Um dos mais tradicionais jogos para PSP - Moto GP
Moto GP permite-nos viver as emoções da caravana que integrou a modalidade máxima do motociclismo na época de 2005 e de 2006. Mas nem todos os pilotos estão desbloqueados quando começamos a nossa "conquista do alcatrão", portanto o melhor é mesmo começarmos com a época de 2005.
Estão presentes cerca de vinte pilotos, todos réplicas quase perfeitas do modelo real. Caso não encontrem um piloto com o qual se identifiquem, podem ainda jogar com um piloto genérico, ou seja, vocês mesmos. Um novato entre os demais, que nada tem a perder na sua época de estreia.
Caso tenham um amigo que possua uma portátil da Sony e uma cópia do jogo, podem correr contra ele através do modo Ad Hoc. Pena que não haja um modo multijogador através da Infra-Estrutura, pois teria sido um complemento que prolongaria por longos meses a longevidade deste título.
ScreenShots:
Dados do Programa:
Esporte/corrida
Console: PSP
Idioma(s): Inglês
Fabricante: Namco
Site Oficial:
Quantidade de Mídias: 1
Tamanho: 43 MB
Tipo de Compartilhamento: http
Outras Informações:
Seja um campeão na palma da mão.
O código genético da maior parte dos portugueses tende a provocar comportamentos algo bizarros na sua condução, basta consultar as estatísticas de sinistralidade nas estradas. Para quem gosta de exceder a lógica da razão ao comando de motos, chega à PSP a série da Namco, Moto GP. Pelo menos aqui, se caírem, as únicas partes do corpo doridas são as pontas dos dedos.
Moto GP permite-nos viver as emoções da caravana que integrou a modalidade máxima do motociclismo na época de 2005 e de 2006. Mas nem todos os pilotos estão desbloqueados quando começamos a nossa "conquista do alcatrão", portanto o melhor é mesmo começarmos com a época de 2005.
Estão presentes cerca de vinte pilotos, todos réplicas quase perfeitas do modelo real. Caso não encontrem um piloto com o qual se identifiquem, podem ainda jogar com um piloto genérico, ou seja, vocês mesmos. Um novato entre os demais, que nada tem a perder na sua época de estreia.
No início de cada temporada, a equipa que vocês integrarem tem um objectivo classificativo. Como é obvio, quanto melhor for a equipa, mais no cimo da classificação têm que terminar a temporada. É a única maneira de renovarem o contrato. Na prática, sentimos uma tremenda pressão durante toda a temporada, o que deve andar perto do que estes pilotos sentem na realid
Felizmente, há várias características que podemos ajustar na tentativa de moldar Moto GP às nossas capacidades. Além dos vários níveis de dificuldade, podemos ainda escolher se pretendemos assistência na travagem e outras ajudas. Contudo, os veteranos podem optar pelo modo simulação.
A jogabilidade mantém-se fiel ao que a série já nos tinha habituado na PlayStation 2. Conseguimos sentir na ponta dos dedos que dominamos a moto (excepto na simulação), e esta é a característica essencial neste género. Moto GP consegue divertir todos aqueles que lhe deitarem as mãos.
Mas o grande senão desta versão portátil de Moto GP é mesmo o número de circuitos. A temporada foi reduzida a apenas oito corridas. Não se entende muito bem porquê, não só encurta a tensão da corrida para o título, como a torna excessivamente complicada, não havendo lugar a muitos deslizes.
Outra característica que foi severamente reduzida foi o número de categorias. As categorias de oitavo e quarto de litro foram colocadas de lado, havendo apenas lugar para a classe rainha, os 500cc. Apenas com uma classe e oito circuitos por época, por vezes parece mais um demo bondosa do que um título curto.
Para além do modo principal, que estivemos a dissecar até agora, Moto GP conta ainda com o modo Arcade e o modo Time Trial. São modos algo secundários, mas que permitem acção rápida e na hora, o que se encaixa perfeitamente na espírito da plataforma para onde este Moto GP foi programado.
Sem dúvidas, o ponto forte deste titulo da Namco é o grafismo. Praticamente tudo está bem conseguido, com o detalhe das motos e mesmo dos pilotos muito acima da média. Chegam a ser visíveis e perceptíveis os patrocinadores, quer nas motos, quer no dorso dos fatos dos pilotos.
É pena que os nossos companheiros de pista por vezes assumam uma inteligência artificial que deixa algo a desejar. Nos dias que correm, os nossos adversários têm que ter comportamentos perto dos humanos, o que implica cometerem erros, caírem e perderem corridas. Nesta versão de Moto GP esses erros fatais são raros.
A sensação de velocidade faz-nos acreditar que realmente vamos a mais de 300 km/h na recta do Estoril, muito por culpa da câmara que começa a baloiçar na retaguarda da moto. O único senão neste capítulo, é mesmo a falta de detalhe de algumas paisagens adjacentes aos traçados. O que acaba por ser um mal menor, porque toda a nossa concentração está focada na pista.
Caso tenham um amigo que possua uma portátil da Sony e uma cópia do jogo, podem correr contra ele através do modo Ad Hoc. Pena que não haja um modo multijogador através da Infra-Estrutura, pois teria sido um complemento que prolongaria por longos meses a longevidade deste título.
A acção é servida ao jogador acompanhada por uma batida techno. O passo é rápido e a música acompanha, sendo apenas interrompida pelo ronronar dos motores, que, verdade seja dita, soam todos ao mesmo. Se há variações entre as várias motos, então passam despercebidas ao ouvido do comum dos mortais.
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